A cidade mais segura do mundo

 

Screen shot 2016-04-20 at 2.36.30 PMFoto_divulgação veja.com: Kimimasa Mayama/EPA/EFE/VEJA

Tóquio é a cidade mais segura do mundo.

O levantamento publicado pela Veja.com foi realizado pela revista ‘The Economist’ considerando indicadores de segurança digital, saúde e infraestrutura, além da segurança pessoal.

A cidade mais populosa do mundo também é a mais segura. Tóquio, com 38 milhões de habitantes, aparece em primeiro lugar no ranking 2015 de cidades seguras divulgado nesta semana pela revista The Economist. O índice vai muito além de dados sobre criminalidade, levando em conta mais de quarenta indicadores quantitativos e qualitativos, agrupados em quatro categorias: segurança digital (relacionada à transmissão de dados), saúde, infraestrutura e segurança pessoal.

O melhor resultado da capital japonesa veio da segurança digital, mas a cidade também ficou entre as cinco melhores nas demais categorias. Tóquio será sede das Olimpíadas de 2020 e esse aspecto foi analisado no levantamento, uma vez que a segurança foi o principal objetivo estabelecido pela organização do evento. Também será um fator importante para os Jogos do Rio de Janeiro, no ano que vem. A Economist lembra que a cidade brasileira, que aparece em 35º lugar na relação, estará sendo analisada mundialmente. Menciona ainda a poluição como fator de preocupação principalmente na Baía da Guanabara, que receberá as competições de vela.

Metodologia – No caso da segurança digital, foram avaliadas informações como o investimento para garantir que os cidadãos poderão usar a internet e outras tecnologias digitais sem medo de violação de privacidade ou roubo de dados pessoais. O cálculo da segurança na saúde leva em consideração políticas ambientais e acesso a serviços de saúde, além da qualidade do ar e da água, expectativa de vida e mortalidade infantil, entre outros fatores.

A análise da infraestrutura considera a segurança de edifícios e vias, segurança no transporte e qualidade de infraestrutura elétrica, além de índices de acidentes com pedestres e número de pessoas morando em favelas. A categoria segurança pessoal considera o quanto a população sente-se bem em andar pela cidade sem temer ser roubada ou alvo de violência. São analisadas a atuação da polícia, estabilidade política, prevalência de crimes violentos e de uso de drogas, além da sensação de segurança da população.

Melhor lugar – Apesar de ser a cidade mais segura do mundo, Tóquio aparece apenas na 16ª colocação na lista de melhores lugares para morar. A revista britânica ressalta que a escolha do lugar mais agradável, em geral, é feita com base em uma mistura de vários fatores. Sendo assim, para criar a lista, a publicação cruzou os dados sobre cada cidade com dados sobre custo de vida, democracia, segurança alimentar, meio ambiente. Os números considerados não se restringiram ao plano municipal, englobando também o nível nacional. A Economist fechou um ranking com 25 cidades – não há nenhuma representante do Brasil entre elas. A lista aponta, entre as melhores cidades para se viver, segundo o levantamento, Toronto e Montreal em primeiros lugares, logo está Estocolmo, na Suécia, Amsterdãn, na Holanda e São Francisco, nos Estados Unidos.

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Confira a reportagem original publicada em 30/01/2015 às 19:09h e Atualizada em 30/01/2015 às 19:26h em revista Veja.Com

 

 

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Segurança eletrônica cresce 6%

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“Atualmente, o segmento de Sistemas Eletrônicos de Segurança é composto por 22 mil empresas, que geram 220 mil empregos diretos e 2 milhões indiretos“.

Em 2015, o faturamento do segmento de Sistemas Eletrônicos de Segurança cresceu 6%, em relação a 2014, atingindo R$ 5,4 bilhões. Essa é a estimativa da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança). A expectativa para este ano é que continue crescendo, atingindo uma taxa entre 4% e 5%.

Os principais fatores que estão sustentando esse crescimento são os menores investimentos em segurança feitos pelos governos federal, estaduais e municipais, o que estimula os particulares; a facilitação ao acesso de novas tecnologias nesta área, a redução das importações e a continuidade em ações de segurança preventiva e atualização dos sistemas já existentes.

Indústria nacional de sistemas de alarmes cresce 15%

Apesar de o segmento em geral ter obtido um crescimento menor que em 2014, quando registrou 9% de aumento em seu faturamento, estima-se que o faturamento da indústria nacional de sistemas de alarmes cresceu 15% em 2015.

Esse crescimento ocorreu devido à área ter investido intensivamente em tecnologia, capacitação, capacidade produtiva, melhoria da qualidade, entre outros aspectos, ocupando o espaço aberto no mercado pelas importações que foram reduzidas devido à elevação do câmbio. Sua expectativa de aumento de faturamento em 2016 é também de 15%.

Evolução do faturamento nos últimos cinco anos

O segmento de Sistemas Eletrônicos de Segurança registrou uma média de crescimento de 9% nos últimos cinco anos. Além dos fatores que sustentaram o crescimento desse mercado em 2015, mesmo num ambiente de crise econômica, a presidente da ABESE, Selma Migliori, atribui o crescimento constante do segmento também “ao empenho de seus empresários em se organizar para profissionalizá-lo, regulamentar a atividade, aumentar a sua representatividade e sua visibilidade, demonstrando sua importância para a segurança das pessoas e do seu patrimônio e sua contribuição socioeconômica ao país”.

Atualmente, o segmento de Sistemas Eletrônicos de Segurança é composto por 22 mil empresas, que geram 220 mil empregos diretos e 2 milhões indiretos. A região Sudeste do país é responsável por 40% do seu faturamento. A região Sul por 22%, o Nordeste 17%, o Centro-Oeste 16%. E o Norte 5%.

Confira a matéria original atualizado em 05/04/2016 09h41 na Revista Digital Security.